
Navios e guindastes devem ser utilizados para remoção nesta terça-feira
Uma equipe de seis biólogos do Ceclimar (Centro de Estudos Costeiros, Limnológicos e Marinhos) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e do 1º Batalhão Ambiental da Brigada Militar fez uma avaliação do animal nesta segunda-feira (23). A baleira não pode ser retirada hoje pela falta de equipamentos e de pessoas necessárias para o trabalho.
Segundo o biólogo do Ceclimar, Maurício Tavares, o animal é da espécie jubarte e sua presença é comum no litoral gaúcho. Na tentativa de removê-la, em um primeiro momento, chegou-se a cogitar a possibilidade de utilizar cordas. Porém, pelo peso tornou-se inviável.
- O principal receio é de que essa ação poderia provocar lesões internas.
Tavares explicou ainda que pelas avaliações a baleia deve estar doente. O biólogo destacou que pela avaliação externa mais da metade do corpo do animal está dentro da água.
Fonte:r7.com
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